Escritura, contrato e registro do imóvel: entenda a diferença!

A burocracia do setor imobiliário pode confundir muita gente. Frequentemente, muitas pessoas acreditam que o contrato ou a escritura do imóvel são os únicos documentos necessários para que se estabeleça a transferência de uma propriedade.  Entretanto, esses dois documentos não bastam para que a transação seja completamente efetivada. Na verdade, a legislação brasileira estabelece que: 1) O contrato de compra e venda é uma garantia de que as duas partes irão honrar seus compromissos; 2) A escritura é um documento que oficializa a transferência. Porém, o imóvel somente é considerado completamente do novo dono a partir de uma terceira etapa: a realização do Registro do Imóvel. Por isso, aproveite a leitura para entender as diferenças de cada um desses documentos! Contrato e escritura Como dito anteriormente, o contrato é um documento que possui um caráter de acordo mútuo entre as partes, com obrigatoriedades que devem ser legalmente honradas. A escritura é entendida como o próximo passo após o contrato ser firmado. Elaborada no cartório de notas municipal, o documento valida a compra e a venda do imóvel. Em caso de compras à vista, a escritura deve ser confeccionada em um tabelionato de notas. Registro do Imóvel Posteriormente à assinatura da escritura ou contrato, o documento deve ser encaminhado a um cartório de Registro de Imóveis. No entanto, é necessário ficar atento: a localização do imóvel é o fator que define em qual cartório o registro deve ser realizado. Por isso, pesquise previamente para saber em qual cartório você deverá registrar o seu imóvel ou verifique com a imobiliária. A transferência da propriedade é registrada na matrícula do imóvel, na qual estão contidas informações como dados do proprietário e histórico. Em um próximo post, explicaremos o que é a matrícula do imóvel.  Informações sobre financiamento devem constar no registro. Dessa forma, após a quitação, o novo proprietário poderá transferir o imóvel para terceiros sem problemas. Após o registro da escritura, o imóvel é definitivamente do novo proprietário!  O que você achou do conteúdo? Tem mais alguma dúvida relacionada a transações imobiliárias? Não deixe de interagir usando os comentários! O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima! 

Imóvel na planta, lançamento ou pronto para morar? Confira diferenças e vantagens!

Na hora de escolher um imóvel, muita pesquisa deve ser feita. Afinal de contas, trata-se de um investimento importante, e você quer ter certeza de que fez a melhor escolha. Por isso, muitas pessoas podem ficar em dúvida se é melhor comprar um imóvel já pronto para morar ou investir em uma casa ou apartamento ainda na planta ou recém lançado, por exemplo. Primeiramente, é importante ressaltar que ambos possuem as suas vantagens. Tudo irá depender do tipo de investimento que o comprador está interessado em fazer. Se você está nessa fase de consideração, esse texto é ideal para você! Hoje, no blog da Axis, vamos falar sobre as diferenças entre optar por um imóvel na planta ou lançamento e um já pronto para começar a morar. Vamos lá! Imóvel pronto para morar Um apartamento já pronto para morar acaba sendo a escolha de muita gente. E motivos para isso não faltam. Uma das razões principais para essa escolha é que o futuro proprietário adquire o imóvel com mais agilidade, uma vez que a construção já foi concluída. Além disso, a possibilidade de conhecer o imóvel acaba sendo um atrativo que pesa muito. Com uma construção já terminada, é possível ter uma ideia melhor definida se aquela casa ou apartamento são exatamente do jeito que você queria, sem precisar interpretar uma planta ou um decorado. É possível saber realmente se o tamanho, número de cômodos e arquitetura são de seu agrado. Para os mais detalhistas, é a escolha perfeita! Outro detalhe que pesa muito na escolha de um imóvel pronto é a possibilidade de conhecer o cenário completo. Descobrir, por exemplo, como é a vizinhança. Ou se as regras e facilidades do condomínio são boas o bastante para você assinar o contrato. E também se a região escolhida é a ideal para suas necessidades, seja em questão de conforto ou segurança. Imóvel na planta/lançamento  Em geral, quem opta por adquirir um imóvel (casa ou apartamento) na planta tem menor senso de urgência. Isto é, morar na casa imediatamente não é o objetivo principal. Muitas pessoas que compram imóveis na planta, por exemplo, apostam na valorização do imóvel a longo prazo. Outro argumento utilizado pode estar atrelado a tempo. Talvez, o futuro comprador sinta que precisa de mais tempo para pensar e negociar a futura moradia. Além disso, outro ponto muito importante são as condições de pagamento, pois é possível ter pagamentos parcelados. As possibilidades de negociação, e o planejamento financeiro neste caso são maiores. Para esse público, a Axis 21 tem as últimas opções do mercado. O Maison Legend Ecoville, da A.Yoshii, ainda em construção, pode agradar muito pela funcionalidade, sofisticação e design que apresenta. Também o Denmark Hygge, que traz o conceito Hug House, é o último lançamento da Thá no Cabral. Como tomar a melhor decisão?  Todos esses fatores podem fazer muita diferença e serem decisivos para fechar um negócio. E, independentemente do que seja decidido, nossa dica é sempre procurar uma imobiliária que esteja preparada para atender suas necessidades e encontrar o imóvel perfeito para você, seja ele direto na planta, lançamento ou pronto para morar. Afinal, sua futura casa será parte da sua história! Conte com a Axis 21 para encontrar o imóvel perfeito para construir a sua história. Temos as melhores novidades de Curitiba, sejam de imóveis prontos ou de lançamentos. Procure nossa equipe! E aí, o que achou das nossas dicas? O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima!

Inventário: o que é e como fazer? Confira o passo a passo!

De maneira resumida, um inventário se trata de um documento no qual são listados todos os bens deixados por uma pessoa falecida. Este documento é necessário para que o processo de herança possa ser iniciado. No caso de bens imóveis, estamos falando de casas, apartamentos ou até mesmo imóvel comercial deixado pelo familiar.  Pensando nisso, preparamos um passo a passo visando esclarecer as etapas da criação de um inventário, uma vez que o processo costuma ter uma certa burocracia. Esperamos que esse guia possa tornar esse momento, que pode ser difícil para muitas pessoas, um pouco mais leve e harmonioso. Confira!  1) Escolha do cartório e contratação do advogado  As primeiras escolhas que devem ser feitas são a do cartório e do advogado - o melhor é que seja um especialista em direito sucessório e de família. Estes serão os intermediários da relação entre os herdeiros, além da condução de todo o processo de maneira segura e justa.  Caso a família já esteja de acordo com os itens do inventário e as questões de herança previamente, é possível realizar os procedimentos de forma extrajudicial. Entretanto, o melhor é sempre contar com profissionais para garantir que todos os trâmites estão sendo seguidos de maneira correta.  2) Nomeando o inventariante  A família, juntamente com o advogado escolhido, deverá nomear uma pessoa para ser o inventariante, uma espécie de porta-voz dos demais envolvidos no processo de herança.  É do inventariante o papel de responder legalmente pelos encaminhamentos do inventário, auxiliando para que a conclusão do processo seja a mais ágil possível. Dessa forma, será possível saber exatamente a respeito dos itens a serem herdados disponíveis no inventário. 3) Levantamento dos bens e dívidas No inventário, devem constar não apenas os bens do falecido, mas também suas dívidas. Isso acontece pois alguns bens poderão ser, inclusive, utilizados como forma de pagamento das dívidas pendentes.  Nesta etapa também ocorrem as negociações das dívidas. Por todos esses motivos, o mais indicado é contar com o auxílio de um advogado, para que todas as dúvidas que surgirem sejam respondidas.  4) Pagamento do imposto  Para dar sequência ao inventário, será necessário realizar o pagamento do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). Esse tributo serve para finalizar o processo de partilha de bens após a definição de todos os itens listados anteriormente, dando então acesso à herança deixada.  Depois disso, os herdeiros devem registrar os bens em seus nomes para que possam acessá-los. Esse pedido deve ser preparada pelo advogado, que então enviará para o juíz, que irá julgar e, em seguida, homologar a petição.  No caso de um processo extrajudicial, o registro dos bens a serem partilhados é feito pelo escrivão, de acordo com o que os herdeiros estipularam conjuntamente. Após isso, o registro dos bens é feito no nome de cada herdeiro e o processo é finalizado. Os herdeiros podem, a partir de então, tomar posse do que lhes é legalmente assegurado.  O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima! 

Horta em casa ou apartamento: dicas para montar a sua!

Montar uma horta na sua casa ou apartamento é menos complicado do que parece. E ter uma horta domiciliar possui diversas vantagens. Nada melhor que possuir temperos e vegetais frescos e ao alcance de todos na hora de preparar refeições, não é mesmo?  Pensando nisso, preparamos as dicas principais de tudo que é necessário para montar uma horta incrível e funcional em sua casa ou apartamento. Confira!  Montando uma horta: passo a passo  Inicialmente, a primeira coisa a se pensar é que a horta deve ser instalada em um lugar com luz solar frequente, por pelo menos cinco horas por dia.  Pode ser próxima a uma parede que bata sol ou ainda na sacada ou janela. Se isso não for possível, será necessário optar por plantas que exijam menor quantidade de luz solar.  Após escolher o local, é importante decidir se você irá plantar brotos ou sementes. O primeiro costuma ser mais fácil, pois são pequenas plantas que podem ser colocadas nos vasos. Os brotos costumam se desenvolver mais rapidamente, apesar de não serem tão baratos quanto as sementes.  As sementes são uma opção mais econômica, mas costumam requerer mais experiência. Além disso, nem sempre é possível ter certeza de que as sementes germinarão. Para essa opção, é necessário esperar o processo de germinação e, em seguidas, transferir os brotos para um vaso maior. Após essas dicas iniciais, siga o passo a passo abaixo:  Escolha os vasos ou jardineira e prepare-os. O fundo pode ser coberta com uma manta geotêxtil, a qual impede vazamento e escoamento de terra quando você for regar as plantas.  Escolha as plantas que deseja cultivar. Algumas sugestões são hortelã, salsinha e cebolinha para temperos. Tomate cereja, morangos e amoras são boas opções de frutos para uma horta domiciliar. Já para quem deseja cultivar hortaliças, alface e espinafre são boas alternativas.  Para o plantio, utilize terra especial. Esse item pode ser encontrado facilmente em casas de jardinagem. É importante, além de escolher a terra certa, plantar cada semente ou broto com espaçamento suficiente entre um e outro. Isso garante que as raízes possam se desenvolver adequadamente. Por último, cubra as futuras plantas com mais terra.  Após o plantio, é necessário avaliar se os vasos estão posicionados da maneira correta. Algumas plantas precisam de mais ou menos exposição solar, então é imprescindível garantir que seus brotos estão recebendo a quantidade de água e sol necessários para sobreviver e crescer. Acompanhe o progresso diariamente e, se necessário, mude a posição de alguns vasos para melhores resultados.  Horta em casa: vida saudável, sustentabilidade e decoração  Além das dicas acima, não podemos esquecer de mencionar que, além de tudo, uma boa horta também enriquece a decoração da casa. Por isso, utilize latas decoradas, garrafas e outros elementos de jardinagem que trazem um ar mais personalizado para sua horta particular.  Viu só como ter uma horta em casa é possível? Com um pouco de cuidado e dedicação, você logo terá um espaço que irá propiciar, além de alimentos frescos e orgânicos, um upgrade sustentável na decoração do seu lar. Bom demais!  O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima!

Vistoria de um imóvel: o que é e como funciona?

A vistoria de um imóvel busca avaliar a condição e encontrar problemas na estrutura física de um imóvel. Essa avaliação deve ser realizada durante as negociações para comprar um imóvel, garantindo que o futuro dono está ciente de todos os detalhes acerca do bem que está prestes a adquirir.  A vistoria é também é importante pois identifica detalhes que poderiam passar despercebidos em uma visitação comum. Mas será que você conhece os principais itens a serem avaliados em uma vistoria? Confira!  Como funciona a vistoria do imóvel?  Como vimos anteriormente, a vistoria pode ser resumida como uma minuciosa análise da infraestrutura de uma casa ou apartamento. Para tanto, é necessário que essa atividade seja exercida por um especialista. Essa avaliação cabe a um vistoriador ou, em alguns casos, ao próprio corretor.  Para que a vistoria seja válida, é necessário elaborar um laudo de vistoria. Neste relatório, as informações que devem estar contidas incluem, entre outras:  Tamanho do imóvel: é necessário checar se as dimensões do imóvel estão de acordo com as que foram anunciadas. Para isso, é imprescindível ter em mãos a planta do imóvel.  Estado de conservação dos móveis, para o caso de casa ou apartamento previamente mobiliados.  Instalações elétricas e hidráulicas: é necessário avaliar se o quadro de luz está dentro das normas técnicas de segurança, além de verificar o funcionamento de tomadas, chuveiros, interfones e campainhas. Quanto à parte hidráulica, o vistoriador deve ter a certeza do bom funcionamento de torneiras, descargas e encanamentos do imóvel.  Pintura e rachaduras: é necessário analisar o estado de conservação das paredes, procurando por rachaduras, bolhas, manchas e outras imperfeições nos ambientes.  Pisos, forros, revestimentos: a avaliação deve garantir que essas estruturas estão firmes e em bom estado de conservação.  É importante que a vistoria seja registrada de maneira visual. Portanto, o uso de um celular ou câmera é recomendado. A partir dessa vistoria, são registrados de maneira formalizada os itens que precisam de reparos. Tudo isso mostra, para o futuro comprador, o estado de conservação de sua eventual futura propriedade.  Comumente, a vistoria gera o chamado laudo de vistoria, o qual atesta realmente a questão de infraestrutura de determinada casa ou apartamento. A partir dessa vistoria, será possível realmente avaliar o valor de um imóvel, garantindo que o comprador estará fazendo um bom negócio.  O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima! 

Síndico: saiba o que ele pode (ou não pode) fazer!

Cuidar de um condomínio exige muita responsabilidade. Por isso, a figura de um síndico é atribuída a alguém disposto a ajudar a tornar a convivência entre os moradores mais leve, organizada e facilitada.  No entanto, o cargo não dá plenos poderes no que diz respeito às decisões que impactam o cotidiano de todos os moradores. Mas afinal de contas, como saber quais os direitos, deveres, poderes e limitações de um síndico dentro de um contexto de edifício ou condomínio? Pensando nisso, preparamos essa lista para esclarecer todos os detalhes a respeito dessa função. Confira!  Primeiramente, o que é um síndico?  Síndico é a pessoa responsável pela gestão do condomínio, geralmente eleito em assembleia pelos outros moradores. De maneira resumida, as principais funções de um síndico estão ligadas à manutenção da ordem, além de cuidados com as finanças, segurança e limpeza do condomínio. A partir disso, veja a seguir quais as tarefas e funções que são ou não atribuídas ao síndico!  O que um síndico pode fazer  Manter as despesas em dia: o síndico é o responsável por garantir que as contas do condomínio sejam efetivamente pagas na data correta. Além disso, é necessário que o síndico preste contas para os moradores. Solicitação de orçamentos e cotações: caso eventuais reformas, reparos e construções sejam necessários no condomínio, o síndico deve solicitar orçamentos para empresas, seja pessoalmente ou via Internet. O importante é que a variedade de orçamentos e cotações sejam suficientes para que os moradores possam, eventualmente, votar e decidir.  Realização de assembleias: um condomínio bem organizado costuma realizar assembleias de moradores com frequência. Nesse tipo de reunião o síndico pode prestar contas, organizar votações, dar recados importantes para os moradores, entre outros.  Cobrar inadimplentes: ainda que seja um assunto que pode causar mal estar, o síndico possui a responsabilidade e o poder de cobrar dividendos, desde que de maneira cordial. Em casos mais sérios, pode-se efetuar a cobrança de maneira extrajudicial. Agora, confira a seguir que foge da alçada de atuação dos síndicos!  O que um síndico não pode fazer  Desrespeitar normas do condomínio: ainda que esteja em um cargo administrativo, ser síndico não dá a um morador plenos poderes no condomínio. Um síndico deve, na verdade, ser o exemplo de que as regras se aplicam para todos os moradores.  Invadir a privacidade dos condôminos: o síndico deve cuidar das partes que competem às áreas comuns do condomínios. Não se pode, por exemplo, entrar em uma casa sem a devida autorização ou interceptar ou abrir pacotes e correspondências de outros condôminos.  Não prestar contas aos moradores: a transparência deve ser uma constante durante o período de atuação de um síndico. Por isso, os moradores podem exigir assembleias a fim de prestar contas e esclarecer decisões tomadas pelo síndico e que afetem o bem comum. Proibir a entrada de visitantes: cada morador deve decidir as pessoas cujas quais podem ou não entrar em suas residências. Não cabe impedir a entrada de pessoas, exceto quando a entrada indique suspeitas ou algum tipo de risco iminente. O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima! 

Vida saudável: como montar academia em casa

Para quem deseja manter - ou mesmo iniciar - uma rotina de exercícios físicos, ter uma academia em casa pode ser uma ótima opção. Pensando nisso, preparamos esse artigo com as melhores dicas para montar sua estação fitness. Confira!  Local da casa  Definir o local da casa no qual a sua academia pessoal será instalada é um primeiro passo bem importante. Uma sugestão de escolha é um cômodo não utilizado. É possível também posicionar ou guardar os aparelhos em um canto do seu próprio quarto ou sala.  Uma outra ótima ideia é optar por uma academia ao ar livre. Para algumas pessoas, praticar exercícios físicos em contato com a natureza ao ar livre pode ser um incentivo ainda maior. O importante é montar um espaço para exercícios físicos que combine com você!  Defina seus objetivos Tão importante quanto escolher o espaço ideal é definir seus objetivos no que diz respeito à prática de exercícios físicos. Isso precisa ser decidido previamente pois irá impactar diretamente nas escolhas para montar sua academia particular. Por isso, vale a pena entrar em contato com um profissional de educação física para descobrir quais as melhores modalidades e os aparelhos mais indicados para alcançar as metas e objetivos traçados por você!  Escolha os aparelhos  Escolhido o espaço e definidos os objetivos, chegou a hora de adquirir os equipamentos da sua academia pessoal. Você pode utilizar itens mais simples, como faixas elásticas, bolas infláveis e tapetes para abdominais e meditação.  No entanto, para aqueles que podem e desejam investir um pouco mais, é possível adquirir aparelhos profissionais, como bicicletas ergométricas, elípticos ou até mesma esteiras. Também é possível encontrar locais especializados em aluguel desses equipamentos, caso você não deseje comprar.  O importante é testar os aparelhos para decidir o que se adapta melhor ao seu estilo de vida e suas necessidades.  Ambiente agradável  Algumas pessoas podem achar a tarefa de se exercitar um tanto quanto desconfortável. Por isso, é necessário garantir que sua jornada fitness seja praticada num ambiente que transmita leveza e conforto. Sua academia indoor deve ser instalada em um local bem arejado, por isso é importante que o ambiente escolhido tenha uma entrada de ar satisfatória.  Além disso, a iluminação também é importante. Se for viável, também é possível instalar espelhos ou imagens que tragam ainda mais motivação para que você leve a rotina de exercícios em casa à sério.  Com essas dicas, esperamos que você se sinta pronto para montar sua academia e colocar o projeto fitness em dia. O Blog da Axis é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima! 

Inverno: como aquecer a casa na época mais fria do ano?

Curitiba é, sem dúvidas, uma das capitais mais frias do Brasil. No inverno, não é incomum as temperaturas atingirem números negativos. Essa é a época em que o povo curitibano tira os casacos de inverno do closet para evitar passar frio quando precisa sair de casa.  E, na estação mais gelada do ano, nada melhor do que também ter a casa toda aquecida. Afinal, nosso lar deve proporcionar conforto e acolhimento em todos os momentos. Por isso, separamos algumas dicas preciosas para manter a casa toda quentinha e mandar a famosa “friaca” embora. Confira! Na decoração Quem disse que a casa também não pode ser agasalhada? O inverno é a estação mais adequada para investir em mantas e almofadas, que podem ser colocadas nas camas, poltronas e sofás. Além de conservar melhor a temperatura, esses itens de decoração também irão deixar sua casa cheia de estilo!  Fogo, velas e lareiras  Quando utilizado de forma segura, o fogo pode ser uma incrível ferramenta contra as baixas temperaturas. Para tornar os ambientes mais aconchegantes, vale a pena apostar em acender velas ou lareiras. Entretanto, é necessário ficar atento ao local no qual o fogo será aceso - que deve ser afastado de tecidos e outros materiais inflamáveis.  Aquecedores Além de fogo, uma boa forma de conseguir calor nos ambientes de casa é o uso de aquecedores. Além de opções como aquecedores solares ou à gás, também existem alternativas portáteis elétricas que podem ser utilizadas nos quartos, banheiros e ambientes comuns.  Na hora de dormir  No inverno, a hora de deitar na cama pode ser extremamente fria e desagradável. Felizmente, com os materiais certos você pode tornar essa experiência um pouco menos desconfortável. É possível acolchoar a cabeceira da cama, além de adicionar bolsas térmicas embaixo das cobertas minutos antes de dormir. Bons sonhos! Janelas e corredores  Uma forma de diminuir a entrada de vento em casa é apostar no uso de cortinas. Para os corredores, uma boa pedida é utilizar tapetes felpudos no chão, para que haja maior conservação de calor também nas áreas mais baixas da casa. Aproveite o sol  Durante o inverno, é comum termos vontade de deixar a casa fechada o dia inteiro. No entanto, fugir dessa tentação pode valer a pena. Deixe o sol entrar: aproveite os momentos de luz solar para abrir e arejar a casa.  Além de trazer mais calor e iluminação natural para os ambientes, o sol também pode combater a umidade excessiva e o mofo.  Esperamos que, com nossas dicas, você possa ter um inverno muito mais agradável e aquecido. O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima!

10 perguntas para fazer para o corretor sobre o imóvel do seu interesse

A compra de um imóvel certamente é um grande momento na vida de uma pessoa. Afinal de contas, o novo imóvel também significa um novo capítulo na história de alguém, com bons momentos sendo compartilhados com os amigos e a família.  Por ser uma etapa tão importante, o momento da compra do imóvel ideal gera muitas dúvidas. Por isso, nada melhor do que contar com o trabalho de profissionais especializados em fazer você encontrar a casa ou apartamento perfeito.  Ao contratar os serviços de uma imobiliária especializada, é o corretor de imóveis que irá nos auxiliar em todas as etapas necessárias para encontrar a melhor opção para sua personalidade e estilo de vida.  Pensando nisso, preparamos uma lista com as perguntas mais importantes para fazer ao seu corretor acerca do imóvel desejado por você. Confira! 1) Quais as opções de pagamento e parcelamento? Confira quais as formas de pagamento disponíveis para o imóvel que você deseja. O pagamento é à vista ou financiado? Caso seja a segunda opção, quais são as possibilidades de financiamento? Há alternativas para negociar o valor do imóvel?  Tudo isso garante que você consiga fechar negócio de acordo com as suas condições e dentro da sua realidade. 2) Este imóvel combina comigo e/ou com minha família? Morar sozinho ou com a família faz toda a diferença na hora de escolher o imóvel. É importante questionar se a infraestrutura da casa está preparada para receber todos os moradores de maneira adequada. O número de quartos é suficiente? As áreas comuns conseguem proporcionar conforto e lazer?  Saber tudo isso previamente faz com que a escolha seja muito mais acertada. 3) Há variedade de serviços e facilidades na região? Procure saber com seu corretor se a região é rica em centros comerciais, parques, clubes, escolas, bancos, farmácias e demais serviços que forem importantes para tornar seu cotidiano mais prático.  É imprescindível morar numa região da cidade que possua serviços que atendam às suas necessidades. 4) Você tem mais informações sobre a vizinhança? O processo de mudança nem sempre é fácil. Uma vizinhança acolhedora e disposta a ajudar certamente faz toda a diferença. Identifique com seu corretor a respeito de como é a vizinhança do seu condomínio, rua e/ou bairro.  Informações como a faixa etária e perfil das pessoas que moram naquela região fazem toda a diferença. 5) Qual o valor do condomínio? Caso o imóvel desejado fique em um condomínio ou edifício, não se esqueça de perguntar o valor do condomínio. A tarifa adicional deve ser um valor que caiba em sua realidade financeira. 6) Quais as taxas adicionais e parte burocrática? Ao comprar um imóvel novo, é importante estar ciente de que você poderá ter que arcar com eventuais despesas extras.  Esclareça-as com seu corretor. Informações como valor do IPTU, taxas de transferência e outros registros, tudo isso deve ser colocado na ponta do lápis. 7) Como é a segurança na região? Indague seu corretor - e também outros moradores - a respeito da segurança da região. Descubra se a região da cidade escolhida por você possui boa iluminação e policiamento constante.  8) Qual a idade do imóvel? Descubra o tempo de existência da casa ou apartamento, bem como se já foram feitas reformas e manutenções pelos moradores anteriores. Esse tipo de pergunta visa evitar transtornos posteriores em relação à estrutura do local. 9) Qual o estado de conservação do imóvel? Antes de fechar negócio, cheque se o imóvel necessita de reformas. Procure saber a respeito da estrutura elétrica e hidráulica da casa ou apartamento, e descubra se você precisará arcar com reformas no futuro. 10) Quais as perspectivas de valorização do imóvel? Comprar um imóvel é um investimento. Caso você tenha interesse em vender a casa ou apartamento posteriormente, descubra com seu corretor as perspectivas de crescimento regional e potencial de valorização imobiliária no local.  E aí, o que achou das perguntas? Que outras dúvidas você acha que não podem faltar para o corretor de imóveis? Conta pra gente nos comentários!  O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima!

Como montar e decorar o closet de casa?

O closet pode ser definido como um guarda-roupas adaptado para servir também como vestiário. Ter um closet mostra-se extremamente vantajoso, uma vez que é possível guardar as roupas de forma mais espaçada e ordenada.  Entretanto, muitas pessoas possuem dúvidas de como montar, organizar e decorar o closet de uma maneira prática e com personalidade. Pensando nisso, preparamos várias dicas para você montar ou reformar seu closet da melhor maneira possível. Confira! Local e tipo de closet  Ao montar um closet em casa, é necessário pensar em alguns detalhes cruciais. Um deles é o lugar em que ele será montado. Geralmente, as pessoas optam por montar um closet em um espaço integrado ao quarto ou suíte, mas isso não é obrigatório. Um cômodo desocupado é um exemplo interessante de onde seu closet pode ser construído.  Com o espaço já selecionado, é necessário pensar no tipo de closet desejado. Os modelos com portas e armários possuem uma pegada mais tradicional, uma vez que remetem mais aos guarda-roupas. Já os closets sem portas são mais modernos, mas as peças de roupa e acessórios expostos o tempo todo exigem que o local seja arrumado constantemente.  Organizando o closet A partir da escolha do espaço em que o closet será montado, é hora de pensar na questão de organização. Afinal de contas, você precisa de um closet que seja funcional e ofereça facilidade na hora de escolher o que vestir. O ideal é que cada tipo de peça de roupa possua um espaço separado, para que não haja misturas no closet.  Gavetas, cabideiros, araras e ganchos são itens essenciais para arrumar suas peças de roupa de maneira adequada. Também é interessante um espaço de 1 ou 2 centímetros entre peças de roupa como blusas, camisas e vestidos, para uma sensação maior de “respiro”. Além disso, peças mais separadas facilitam a visualização.  Para os sapatos, é interessante investir em divisórias organizadoras que permitam que os pares sejam guardados juntos. A divisão também permite mais facilidade na hora de limpar, além de possibilitar uma categorização por cor e por tipo.  O mais importante é saber que a organização do closet está muito atrelada ao estilo de vida. Quem trabalha em um ambiente corporativo irá precisar de um closet que contemple e facilite a organização de ternos e peças sociais, por exemplo. Seu closet deve ser sob medida para suas necessidades!  Closet de casa: decoração e personalização Os detalhes fazem toda a diferença na hora de montar um closet perfeito. O espaço deve ser montado de maneira a refletir seu estilo de vida e jeito de ser.  Os corredores do closet devem ter espaço suficiente para transitar, experimentar as roupas e caminhar. As luzes devem ser suficientemente intensas para iluminar as peças de roupa e acessórios, facilitando a escolha. Os espelhos são itens essenciais, tanto para a prova das roupas quanto para que o ambiente pareça mais amplo e espaçoso.  Uma decoração com papéis de parede também é bem vinda. Arranjos florais, fotos e quadros podem estar presentes, criando ainda mais um senso de personalidade. Moodboards com suas inspirações e ideias para próximos looks também são ótimas pedidas.  E aí, o que achou das dicas? Conta pra gente usando os comentários. O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima!