5 livros essenciais para quem deseja investir em imóveis

Para quem deseja investir em imóveis, conhecimento nunca é demais. Além do conhecimento que só vem com a prática, é necessário também buscar conteúdo teórico de várias fontes e especialistas.  Pensando nisso, preparamos uma lista com alguns livros que se destacam quando o assunto é o investimento em fundos imobiliários. Boa leitura!  1) Aprenda a Investir em fundos imobiliários (Eric Dornelas) Este é um guia completo sobre investimentos imobiliários, trazendo o máximo de conhecimento para investidores iniciantes. Além disso, o livro aborda os principais itens necessários para trazer a sensação de segurança para quem pretende fazer do ramo imobiliário um negócio lucrativo. Aprenda sobre valorização de imóveis, identificação de taxa de vacância, planejamento estratégico de primeira linha, além da organização e funcionamento do mercado financeiro e bolsa de valores. Uma aula de educação financeira! 2) Lucre com Imóveis - Crie Patrimônio e Renda (Ricardo Reis) Neste livro, o autor Ricardo Reis utiliza a ferramenta de estudo de caso para mostrar exemplos importantes no que diz respeito à investimentos imobiliários. E, principalmente, o que costuma funcionar (ou não funcionar) na busca pela lucratividade com imóveis. Tudo isso com uma linguagem acessível, buscando realmente ajudar pessoas interessadas em gerar renda com fundos imobiliários. 3) Aposentando com fundos imobiliários (Sandro Santos) Para muitas pessoas, investir em imóveis significa a possibilidade de uma aposentadoria mais tranquila e até mesmo antecipada. Neste livro, o especialista em negociações Sandro Santos nos introduz a um passo a passo essencial para quem procura investir em imóveis pensando no futuro. Entre os assuntos abordados, podemos citar a conquista de renda mensal com aplicações, além do aprendizado com a finalidade de tomar decisões pautadas em análises financeiras mais elaboradas. Outros temas recorrentes no livro são as vantagens de investir em fundos, bem como alta liquidez e juros que superam a taxa básica. 4) Millionaire Real Estate Investor (Gary Keller) O empresário, investidor imobiliário e autor best-seller americano Gary Keller nos apresenta, neste livro, dezenas de entrevistas com investidores imobiliários bem sucedidos. Este livro aborda o mindset necessário para se tornar um investidor bem sucedido. Para quem deseja aprender com outros investidores, ou até mesmo precisa daquela dose de inspiração para investir, esse livro é a escolha certa! 5) Guia Suno de Fundos Imobiliários (Marcos Baroni e Danilo Bastos) Este é um dos livros sobre investimentos imobiliários mais buscados nacionalmente. As análises contidas contemplam diferentes perfis de investidores, além de conceitos como diversificação de ativos, oscilação de preços, entre outros. Imperdível!  O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades!

Horta em casa ou apartamento: dicas para montar a sua!

Montar uma horta na sua casa ou apartamento é menos complicado do que parece. E ter uma horta domiciliar possui diversas vantagens. Nada melhor que possuir temperos e vegetais frescos e ao alcance de todos na hora de preparar refeições, não é mesmo?  Pensando nisso, preparamos as dicas principais de tudo que é necessário para montar uma horta incrível e funcional em sua casa ou apartamento. Confira!  Montando uma horta: passo a passo  Inicialmente, a primeira coisa a se pensar é que a horta deve ser instalada em um lugar com luz solar frequente, por pelo menos cinco horas por dia.  Pode ser próxima a uma parede que bata sol ou ainda na sacada ou janela. Se isso não for possível, será necessário optar por plantas que exijam menor quantidade de luz solar.  Após escolher o local, é importante decidir se você irá plantar brotos ou sementes. O primeiro costuma ser mais fácil, pois são pequenas plantas que podem ser colocadas nos vasos. Os brotos costumam se desenvolver mais rapidamente, apesar de não serem tão baratos quanto as sementes.  As sementes são uma opção mais econômica, mas costumam requerer mais experiência. Além disso, nem sempre é possível ter certeza de que as sementes germinarão. Para essa opção, é necessário esperar o processo de germinação e, em seguidas, transferir os brotos para um vaso maior. Após essas dicas iniciais, siga o passo a passo abaixo:  Escolha os vasos ou jardineira e prepare-os. O fundo pode ser coberta com uma manta geotêxtil, a qual impede vazamento e escoamento de terra quando você for regar as plantas.  Escolha as plantas que deseja cultivar. Algumas sugestões são hortelã, salsinha e cebolinha para temperos. Tomate cereja, morangos e amoras são boas opções de frutos para uma horta domiciliar. Já para quem deseja cultivar hortaliças, alface e espinafre são boas alternativas.  Para o plantio, utilize terra especial. Esse item pode ser encontrado facilmente em casas de jardinagem. É importante, além de escolher a terra certa, plantar cada semente ou broto com espaçamento suficiente entre um e outro. Isso garante que as raízes possam se desenvolver adequadamente. Por último, cubra as futuras plantas com mais terra.  Após o plantio, é necessário avaliar se os vasos estão posicionados da maneira correta. Algumas plantas precisam de mais ou menos exposição solar, então é imprescindível garantir que seus brotos estão recebendo a quantidade de água e sol necessários para sobreviver e crescer. Acompanhe o progresso diariamente e, se necessário, mude a posição de alguns vasos para melhores resultados.  Horta em casa: vida saudável, sustentabilidade e decoração  Além das dicas acima, não podemos esquecer de mencionar que, além de tudo, uma boa horta também enriquece a decoração da casa. Por isso, utilize latas decoradas, garrafas e outros elementos de jardinagem que trazem um ar mais personalizado para sua horta particular.  Viu só como ter uma horta em casa é possível? Com um pouco de cuidado e dedicação, você logo terá um espaço que irá propiciar, além de alimentos frescos e orgânicos, um upgrade sustentável na decoração do seu lar. Bom demais!  O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima!

Como reduzir a mensalidade do financiamento imobiliário?

Ao entrar em um financiamento imobiliário, muitas pessoas acreditam que irão pagar parcelas mensalmente por várias décadas, com dívidas que podem chegar a durar até 30 anos. Entretanto, nem sempre quitar a dívida de uma casa ou apartamento precisa demorar tanto tempo. Isso porque a chamada amortização de um financiamento pode tornar esse tempo consideravelmente menor. Pensando nisso, preparamos dicas para te ajudar a entender como aplicar a amortização no seu financiamento imobiliário. Confira! O que significa amortizar? Muitas pessoas acreditam que amortizar está limitado apenas ao ato de pagar a mensalidade com antecedência. No entanto, o significado de amortizar está mais atrelado a pagar o valor principal da parcela, excluindo juros e encargos. Quando realizar a amortização? Ao receber um dinheiro extra ou juntar uma reserva, muitas pessoas podem achar que é a situação perfeita para amortizar a dívida. Entretanto, é imprescindível avaliar cuidadosamente a questão da rentabilidade. Por isso, calcule se a uma eventual aplicação não irá render mais retorno do que a amortização. Isso tudo deve ser ponderado a partir da comparação entre as taxas de juros do financiamento e a rentabilidade da aplicação. Se a rentabilidade aplicando for menor, amortizar pode ser uma boa opção, principalmente levando em conta que isso irá reduzir o impacto dos juros nas mensalidades. Possibilidades para amortizar No Brasil, duas formas muito utilizadas para calcular as parcelas do financiamento são a tabela SAC (Sistema de Amortização Constante) e a Price. Como o próprio nome já denota, na primeira opção a amortização é constante. Assim, digamos que você financia R$100 mil em 10 parcelas, com juros de 10%. A primeira mensalidade será de R$ 20 mil (R$ 10 mil do valor principal e mais os 10% de juros para pegar o empréstimo. Na segunda mensalidade, como já foram pagos R$ 10 mil, minha dívida restante é de R$ 90 mil. O valor a ser pago será de R$ 10 mil + R$ 9 mil, referentes aos 10% de juros dos R$ 90 mil restantes. Já na Tabela Price, a amortização pode acontecer de duas maneiras. É possível manter o valor da mensalidade e diminuir o prazo. Entretanto, também é possível manter o prazo e diminuir o valor mensal gradativamente. É possível ainda solicitar a portabilidade de banco. Se, por exemplo, um financiamento foi realizado há 3 anos em um banco com juros a 12% e, eventualmente, você encontra um banco com uma taxa menor, é possível mudar de banco e reduzir consideravelmente o valor das prestações e o valor da dívida. Uma terceira possibilidade é utilizar o saque do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), uma vez que se trata de um dinheiro parado e com baixo rendimento.Entretanto, é necessário estar atento para o fato de que, caso o FGTS seja utilizado, a reserva financeira não estará mais disponível em caso de demissão. Em caso de mais dúvidas sobre financiamento imobiliário, entre em contato com a nossa equipe. O blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima!

Vistoria de um imóvel: o que é e como funciona?

A vistoria de um imóvel busca avaliar a condição e encontrar problemas na estrutura física de um imóvel. Essa avaliação deve ser realizada durante as negociações para comprar um imóvel, garantindo que o futuro dono está ciente de todos os detalhes acerca do bem que está prestes a adquirir.  A vistoria é também é importante pois identifica detalhes que poderiam passar despercebidos em uma visitação comum. Mas será que você conhece os principais itens a serem avaliados em uma vistoria? Confira!  Como funciona a vistoria do imóvel?  Como vimos anteriormente, a vistoria pode ser resumida como uma minuciosa análise da infraestrutura de uma casa ou apartamento. Para tanto, é necessário que essa atividade seja exercida por um especialista. Essa avaliação cabe a um vistoriador ou, em alguns casos, ao próprio corretor.  Para que a vistoria seja válida, é necessário elaborar um laudo de vistoria. Neste relatório, as informações que devem estar contidas incluem, entre outras:  Tamanho do imóvel: é necessário checar se as dimensões do imóvel estão de acordo com as que foram anunciadas. Para isso, é imprescindível ter em mãos a planta do imóvel.  Estado de conservação dos móveis, para o caso de casa ou apartamento previamente mobiliados.  Instalações elétricas e hidráulicas: é necessário avaliar se o quadro de luz está dentro das normas técnicas de segurança, além de verificar o funcionamento de tomadas, chuveiros, interfones e campainhas. Quanto à parte hidráulica, o vistoriador deve ter a certeza do bom funcionamento de torneiras, descargas e encanamentos do imóvel.  Pintura e rachaduras: é necessário analisar o estado de conservação das paredes, procurando por rachaduras, bolhas, manchas e outras imperfeições nos ambientes.  Pisos, forros, revestimentos: a avaliação deve garantir que essas estruturas estão firmes e em bom estado de conservação.  É importante que a vistoria seja registrada de maneira visual. Portanto, o uso de um celular ou câmera é recomendado. A partir dessa vistoria, são registrados de maneira formalizada os itens que precisam de reparos. Tudo isso mostra, para o futuro comprador, o estado de conservação de sua eventual futura propriedade.  Comumente, a vistoria gera o chamado laudo de vistoria, o qual atesta realmente a questão de infraestrutura de determinada casa ou apartamento. A partir dessa vistoria, será possível realmente avaliar o valor de um imóvel, garantindo que o comprador estará fazendo um bom negócio.  O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima! 

Reduzir ruídos no apartamento: confira as dicas!

Para que seja um verdadeiro lar, nossa casa ou apartamento deve ser sinônimo de um ambiente que traga tranquilidade, silêncio e privacidade. Para algumas pessoas que moram em apartamento, no entanto, nem sempre é tarefa fácil conseguir um isolamento acústico satisfatório.  Pensando nisso, nesse texto você entenderá a diferenciar os tipos de ruídos existentes, bem como as principais técnicas e ferramentas para garantir o conforto acústico do seu apartamento. Confira!  Quais são os tipos de ruído?  Primeiramente, é necessário verificar a origem do ruído para que seja determinada a melhor solução. De maneira geral, os ruídos podem ser categorizados como:  Ruídos de impacto, sendo aqueles diretamente relacionados aos impactos realizados no apartamento, como passos no andar superior.  Ruídos hidrossanitários, os quais são causados pelo encanamento e tubulação de esgoto do apartamento.  Ruídos aéreos, sendo estes os propagados através de aberturas como frestas e juntas do piso. Alguns exemplos desses ruídos são os constantes sons das ruas, barulho de televisão ou conversas vindo de apartamentos vizinhos.  Principais maneiras de isolar ruídos  Uma vez que sejam identificadas as causas e os tipos de ruído, conseguir realizar o isolamento acústico não deve ser uma tarefa extremamente desafiadora. Abaixo, listamos algumas das principais soluções adotadas por moradores de apartamentos que buscam um cotidiano com menos ruído.  Instalação de janelas acústicas O uso de janelas acústicas é especialmente recomendável caso seu apartamento esteja localizado em uma região próxima a ruas movimentadas e com trânsito frequente. As janelas acústicas possuem camadas duplas ou triplas de vidro para garantir que os ruídos externos irão permanecer do lado de fora.  Caso existam regras e padrões específicos a respeito de tamanho de janelas de cada apartamento, é possível encomendar as janelas sob medida em empresas especializadas em isolamento acústico residencial.  Instalação de forros acústicos  Outra solução para diminuir os ruídos de casa é a instalação de forros acústicos, que garantem um isolamento satisfatório e não demandam um alto investimento. No entanto, é necessário ficar atento à instalação, que deve ser feita a fim de não deixar furos ou frestas pelas quais os futuros ruídos possam vazar.  Portas reforçadas  Muitas portas comuns costumam ser ocas, o que é ineficiente na busca por isolamento acústico. Para melhor resultado, é possível substituir a porta por uma de madeira maciça ou aumentar a espessura com da porta uma folha de MDF.   Tapetes e carpetes  Tapetes e carpetes são bons para que o morador do apartamento consiga reduzir o impacto e, consequentemente, o ruído ouvido por vizinhos do andar de baixo. Essa é uma alternativa barata de isolamento acústico e, certamente, irá garantir seu conforto e o de outros moradores do edifício.  É importante frisar que a NBR, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estabelece índices mínimos de isolamento para paredes, coberturas, paredes e fachadas de construções residenciais.  Por isso, em uma eventual visita a um imóvel, perguntar à respeito do isolamento acústico do imóvel escolhido é recomendável.  O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima! 

Síndico: saiba o que ele pode (ou não pode) fazer!

Cuidar de um condomínio exige muita responsabilidade. Por isso, a figura de um síndico é atribuída a alguém disposto a ajudar a tornar a convivência entre os moradores mais leve, organizada e facilitada.  No entanto, o cargo não dá plenos poderes no que diz respeito às decisões que impactam o cotidiano de todos os moradores. Mas afinal de contas, como saber quais os direitos, deveres, poderes e limitações de um síndico dentro de um contexto de edifício ou condomínio? Pensando nisso, preparamos essa lista para esclarecer todos os detalhes a respeito dessa função. Confira!  Primeiramente, o que é um síndico?  Síndico é a pessoa responsável pela gestão do condomínio, geralmente eleito em assembleia pelos outros moradores. De maneira resumida, as principais funções de um síndico estão ligadas à manutenção da ordem, além de cuidados com as finanças, segurança e limpeza do condomínio. A partir disso, veja a seguir quais as tarefas e funções que são ou não atribuídas ao síndico!  O que um síndico pode fazer  Manter as despesas em dia: o síndico é o responsável por garantir que as contas do condomínio sejam efetivamente pagas na data correta. Além disso, é necessário que o síndico preste contas para os moradores. Solicitação de orçamentos e cotações: caso eventuais reformas, reparos e construções sejam necessários no condomínio, o síndico deve solicitar orçamentos para empresas, seja pessoalmente ou via Internet. O importante é que a variedade de orçamentos e cotações sejam suficientes para que os moradores possam, eventualmente, votar e decidir.  Realização de assembleias: um condomínio bem organizado costuma realizar assembleias de moradores com frequência. Nesse tipo de reunião o síndico pode prestar contas, organizar votações, dar recados importantes para os moradores, entre outros.  Cobrar inadimplentes: ainda que seja um assunto que pode causar mal estar, o síndico possui a responsabilidade e o poder de cobrar dividendos, desde que de maneira cordial. Em casos mais sérios, pode-se efetuar a cobrança de maneira extrajudicial. Agora, confira a seguir que foge da alçada de atuação dos síndicos!  O que um síndico não pode fazer  Desrespeitar normas do condomínio: ainda que esteja em um cargo administrativo, ser síndico não dá a um morador plenos poderes no condomínio. Um síndico deve, na verdade, ser o exemplo de que as regras se aplicam para todos os moradores.  Invadir a privacidade dos condôminos: o síndico deve cuidar das partes que competem às áreas comuns do condomínios. Não se pode, por exemplo, entrar em uma casa sem a devida autorização ou interceptar ou abrir pacotes e correspondências de outros condôminos.  Não prestar contas aos moradores: a transparência deve ser uma constante durante o período de atuação de um síndico. Por isso, os moradores podem exigir assembleias a fim de prestar contas e esclarecer decisões tomadas pelo síndico e que afetem o bem comum. Proibir a entrada de visitantes: cada morador deve decidir as pessoas cujas quais podem ou não entrar em suas residências. Não cabe impedir a entrada de pessoas, exceto quando a entrada indique suspeitas ou algum tipo de risco iminente. O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima! 

Sobrado ou casa térrea: qual a melhor opção?

Comprar um imóvel é um processo que exige muito planejamento. Além disso, escolher a casa dos sonhos envolve diversas escolhas. Selecionar o tipo de construção é uma dessas escolhas.  Na hora de escolher um imóvel, muitas pessoas podem se perguntar: qual a melhor opção, um imóvel térreo ou um sobrado? Pensando nesse tipo de questionamento, preparamos esse post para falar acerca das vantagens e diferenças entre esses dois imóveis. Dessa forma, você poderá optar pela opção que mais combina com a sua realidade. Vamos lá!  Quais as diferenças entre casa térrea e sobrado? A casa térrea é um espaço construído tendo apenas um andar. Já o sobrado é o imóvel construído em dois ou mais andares. Entretanto, para escolher a melhor opção para você, também é importante analisar aspectos como o tipo e o tamanho de terreno, bem como as dimensões da casa ou projeto. Abaixo, você confere com mais detalhes as características de cada tipo de imóvel!  Casa térrea  Por possuir apenas um andar, a construção da casa térrea se diferencia do sobrado pela ausência de escadas separando os cômodos entre os andares. A cassa térrea se mostra uma opção satisfatória para pessoas que, por exemplo, possuem crianças ou familiares idosos ou com dificuldades de locomoção. Além disso, a casa térrea pode possuir cômodos maiores e bem integrados, uma vez que há uma exploração mais extensiva do terreno.  Sobrado O sobrado é um tipo de imóvel ideal para quem deseja ter espaços bem divididos, principalmente entre a área de visitas e as áreas privadas da casa. No andar de baixo, por exemplo, é possível ter a sala de estar, cozinha ou área gourmet, além de espaço para TV e lazer. No segundo andar, geralmente ficarão os quartos, suítes e banheiros privativos. Além disso, como os dois andares estão suspensos no mesmo metro quadrado, a sobra de espaço no terreno pode ser utilizada para um quintal maior ou área para piscina.  Qual a melhor opção de imóvel? Como vimos acima, esse tipo de pergunta não é tão simples de ser respondida. Cada tipo de imóvel irá ter características e diferenciais específicos que irão ou não combinar com o que procura na hora de comprar.  Para concluir, a melhor opção de imóvel sempre será aquela que der conta de atender de maneira satisfatória todas as suas necessidades. É imprescindível encontrar uma casa cujo tamanho, número de cômodos e localização estejam em consonância com o seu estilo de vida.  O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima!

Bairros de Curitiba: conheça o Bacacheri!

Cada bairro de Curitiba possui um fator que o torna especial, combinando com determinados estilos de pessoas. Por isso, nos últimos meses temos publicado diversos artigos para que você possa conhecer a capital paranaense ainda melhor.  Dessa forma, esperamos que a decisão de escolher onde morar possa se tornar mais fácil. Nos posts anteriores, você conheceu os seguintes bairros:  Santa Felicidade  Ecoville  Batel Bigorrilho  Juvevê Cabral  Campo Comprido  Água Verde No post de hoje, você irá conhecer a história, facilidades e vantagens do bairro Bacacheri. E aí, interessado em conhecer mais essa região da cidade? Então confira! Bacacheri: história, localização e fatos interessantes  Segundo alguns historiadores locais, o nome Bacacheri pode ter duas origens. A primeira delas é que “bacacheri” seria o equivalente em tupi para “rio pequeno”, referência ao rio que passa pela região.  Outra explicação para o nome é que um dos criadores do bairro possuía uma vaca chamada Cherri, e a junção das palavras “vaca” e “cherri” deram origem ao nome que conhecemos hoje.  O bairro Bacacheri é situado na região norte de Curitiba e possui mais de 25 mil habitantes. A região se desenvolveu principalmente pois, no passado, os meios de transporte da época transitavam pela estrada da Graciosa rumo ao litoral paranaense. A região fica próxima dos bairros Ahú, Bairro Alto, Cristo Rei e Cabral, e possui vias bem sinalizadas e seguras, como a Avenida Prefeito Erasto Gaertner.  O bairro, majoritariamente residencial, é conhecido por ser a união de segurança e lazer, com diversas opções de praças, museus e outros pontos turísticos, chamando a atenção dos mais variados tipos de público.  Bacacheri: facilidades e opções de lazer  O bairro Bacacheri oferece opções variadas dos mais diversos tipos de serviço. Um futuro morador certamente irá encontrar uma região rica em lojas e outros empreendimentos comerciais.  No entanto, um dos destaques do bairro são as opções de turismo e lazer. Podemos destacar o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA), o Parque Bacacheri ou o Aeroporto do Bacacheri, onde são realizadas apresentações incríveis da Esquadrilha da Fumaça.  No bairro também está contido o Museu Egípcio, para quem deseja conhecer utensílios da Antiguidade, registros históricos da época e até mesmo ver uma múmia de verdade. Além disso tudo, o bairro oferece boas opções de escolas, hospitais, restaurantes, bancos e supermercados, tornando o Bacacheri um dos bairros mais completos da cidade.  Seleção de imóveis  1) O primeiro imóvel da nossa seleção é uma casa em condomínio que, além de estar localizada num bairro maravilhoso, é sinônimo de sossego e conforto. Os ambientes integrados, a área gourmet, a iluminação constante por luz solar e a suíte com hidromassagem certamente irão garantir momentos de muita alegria, privacidade e aconchego. Tem coisa melhor?  2) Um imóvel sinônimo de conforto e muito design! Com uma decoração moderna e uma arquitetura super ampla, esse apartamento é acolhedor em todos os sentidos: da cozinha aberta, passando pela churrasqueira e chegando à confortável sacada. Tudo isso com constante iluminação solar, trazendo muita luz e calor o dia todo. Incrível!  E aí, o que achou do Bacacheri? Conta pra gente nos comentários! O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima! 

Vida saudável: como montar academia em casa

Para quem deseja manter - ou mesmo iniciar - uma rotina de exercícios físicos, ter uma academia em casa pode ser uma ótima opção. Pensando nisso, preparamos esse artigo com as melhores dicas para montar sua estação fitness. Confira!  Local da casa  Definir o local da casa no qual a sua academia pessoal será instalada é um primeiro passo bem importante. Uma sugestão de escolha é um cômodo não utilizado. É possível também posicionar ou guardar os aparelhos em um canto do seu próprio quarto ou sala.  Uma outra ótima ideia é optar por uma academia ao ar livre. Para algumas pessoas, praticar exercícios físicos em contato com a natureza ao ar livre pode ser um incentivo ainda maior. O importante é montar um espaço para exercícios físicos que combine com você!  Defina seus objetivos Tão importante quanto escolher o espaço ideal é definir seus objetivos no que diz respeito à prática de exercícios físicos. Isso precisa ser decidido previamente pois irá impactar diretamente nas escolhas para montar sua academia particular. Por isso, vale a pena entrar em contato com um profissional de educação física para descobrir quais as melhores modalidades e os aparelhos mais indicados para alcançar as metas e objetivos traçados por você!  Escolha os aparelhos  Escolhido o espaço e definidos os objetivos, chegou a hora de adquirir os equipamentos da sua academia pessoal. Você pode utilizar itens mais simples, como faixas elásticas, bolas infláveis e tapetes para abdominais e meditação.  No entanto, para aqueles que podem e desejam investir um pouco mais, é possível adquirir aparelhos profissionais, como bicicletas ergométricas, elípticos ou até mesma esteiras. Também é possível encontrar locais especializados em aluguel desses equipamentos, caso você não deseje comprar.  O importante é testar os aparelhos para decidir o que se adapta melhor ao seu estilo de vida e suas necessidades.  Ambiente agradável  Algumas pessoas podem achar a tarefa de se exercitar um tanto quanto desconfortável. Por isso, é necessário garantir que sua jornada fitness seja praticada num ambiente que transmita leveza e conforto. Sua academia indoor deve ser instalada em um local bem arejado, por isso é importante que o ambiente escolhido tenha uma entrada de ar satisfatória.  Além disso, a iluminação também é importante. Se for viável, também é possível instalar espelhos ou imagens que tragam ainda mais motivação para que você leve a rotina de exercícios em casa à sério.  Com essas dicas, esperamos que você se sinta pronto para montar sua academia e colocar o projeto fitness em dia. O Blog da Axis é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima! 

Planta de um imóvel: o que é e para que serve?

Para quem deseja adquirir uma nova propriedade, saber detalhes a respeito da planta do imóvel é imprescindível.  A planta é uma maneira de avaliar se a casa ou apartamento são um bom negócio, por exemplo. Além disso, pode-se descobrir detalhes acerca do projeto que podem ser muito valiosos na hora de tomar uma decisão de compra.  Por isso, hoje vamos falar sobre as definições, utilidades e como fazer para encontrar e solicitar a planta de um imóvel. Vamos lá!  O que é a planta de um imóvel? Basicamente, é na planta do imóvel que estão contidas as informações estruturais de uma determinada construção. É na planta que podem ser observadas especificações de medidas de cômodos, além do posicionamento e quantidade de itens como janelas, portas e paredes.  Tipos de planta  Existem diversos tipos de planta, e o uso de cada uma depende das necessidades do solicitante ou do projeto. Abaixo, listamos os principais. Confira!  Planta baixa: ilustra o espaço de uma construção em uma projeção horizontal. Isto é, uma representação dos cômodos e detalhes do imóvel como se fosse visto de cima, excluindo o teto. Esse tipo de planta permite saber mais sobre dimensões, quantidades e tamanhos de cada área do imóvel.  Planta humanizada: pensada para ser uma representação de fácil entendimento, esse tipo de planta contém as mesmas informações da planta baixa, mas adiciona a distribuição de móveis e conta com representações coloridas de detalhes como o piso. Esse tipo de planta serve para dar uma ideia mais assertiva em questões de arquitetura e decoração.  Planta elétrica: informa a respeito das tomadas, voltagens e pontos de energia contidos no projeto  Planta hidráulica: nessa planta, estão contidas representações de toda a parte de encanamentos e tubulações de água disponíveis no imóvel.  Por ser um documento que representa uma construção extremamente complexa, a planta de qualquer imóvel deve ser enviada para a prefeitura, uma vez que ela é solicitada para que o alvará seja emitido e a obra possa ser autorizada.  Utilidade A planta do imóvel é útil e importante em diversas etapas. Antes mesmo do começo da obra, a planta serve para quantificar e calcular os materiais necessários para que o projeto saia do papel.  Qualquer problema ou observação referentes do local da construção também devem constar na planta. Dessa forma, podemos afirmar que esse documento garante que o sucesso seja executado de maneira segura e bem sucedida.  Para o caso de imóveis já construídos, a planta serve para que um futuro comprador, por exemplo, saiba mais informações sobre o imóvel que está prestes a adquirir. Dessa forma, a negociação será mais acertada e transparente.  A planta também serve para apontar a necessidade de eventuais reformas, ou ainda possíveis danos na rede elétrica ou hidráulica. Onde encontrar a planta do meu imóvel?  A ação de solicitar ou recuperar a planta de um imóvel é mais simples do que parece. Uma vez que as construções precisam ser previamente cadastradas e autorizadas pela prefeitura, é possível encontrar a planta do seu imóvel na sede da prefeitura da cidade.  Com a planta em mãos, certamente será possível ter acesso a diversos detalhes a respeito do imóvel em que você mora ou deseja morar. Tudo isso garante mais segurança e transparência na hora de construir, comprar ou vender.  O Blog da Axis 21 é atualizado semanalmente com novidades. Até a próxima!